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Ébola na RD Congo. Responsável da Médicos sem Fronteiras fala de situação muito grave
Passou uma semana desde que o surto de ébola na República Democrática do Congo foi detetado e confirmado pela Organização Mundial de Saúde.
No terreno, as organizações médicas humanitárias fazem o que podem contra um vírus agressivo e sem tratamento à espera da ajuda internacional. A dimensão do surto faz-se por aproximação, apontando para entre 500 e 700 casos suspeitos e dezenas de mortes até agora.
A situação é muito grave, admite a médica à jornalista Marta Pacheco.
Os Médicos Sem Fronteiras estão há duas décadas no terreno na província de Ituri - uma zona em conflito - o que torna o trabalho humanitário e de saúde um grande desafio.
Há muitos deslocados e as necessidades humanitárias são tão grandes
que a população acaba por negligenciar o surto de ébola.
É um dos efeitos que os Médicos Sem Fronteiras mais temem. Aconteceu assim no último surto da doença no país, em 2018.
Trish Newport, a responsável pelo programa de emergência da organização da Médicos Sem Fronteiras, está no olho do furacão. Gere a resposta da organização ao ébola na província de Ituri - a mais atingida - no nordeste do país.
Os Médicos Sem Fronteiras estão há duas décadas no terreno na província de Ituri - uma zona em conflito - o que torna o trabalho humanitário e de saúde um grande desafio.
Há muitos deslocados e as necessidades humanitárias são tão grandes
que a população acaba por negligenciar o surto de ébola.
É um dos efeitos que os Médicos Sem Fronteiras mais temem. Aconteceu assim no último surto da doença no país, em 2018.